A Liberdade é amarela e conversível

Escrito entre 2003 e 2006, época em que mais me dediquei à literatura, não coincidentemente tempo em que o jornalismo menos me ocupou. São doze contos sobre homens de classe-média, escritos por um homem de classe média, embora não auto-biográficos. Tristeza, solidão e algumas alegrias são inevitáveis num universo assim.


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 Fotografia de Carmem Lúcia

 A persistência do vazio imenso

 A minha forma de chorar sua ausência esta noite

 



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