André Giusti - foto: Luana Lleras
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A dor que poderia ser de qualquer um

Há muitos anos eu não chorava no cinema, acho que desde O Filho da Noiva, há quase 15 anos. E ontem voltei a chorar. Chorar copiosamente, e por muito esforço não solucei. E chorei porque o filme te faz sentir, quase que na carne e como se fosse tua, a dor do personagem. Chorei porque [...]

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Há muitos anos eu não chorava no cinema, acho que desde O Filho da Noiva, há quase 15 anos.

E ontem voltei a chorar. Chorar copiosamente, e por muito esforço não solucei.

E chorei porque o filme te faz sentir, quase que na carne e como se fosse tua, a dor do personagem.

Chorei porque o filme não dá lição piegas de superação e nem receitas encantadas para tal, mas porque mostra que não superar uma situação é sim, tantas e tantas vezes, algo muito normal e extremamente humano, que não nos faz pior do que ninguém.

E antes que eu me esqueça, independentemente de eu não ter visto os outros candidatos, Casey Aflleck deve realmente ter merecido o Oscar de melhor ator.

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