André Giusti - foto: Luana Lleras
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Das coisas do fundo do tempo

Escrevi esse poema quando tinha 19 anos. Logo depois, Mauro Cesar o musicou em alguma daquelas tardes/noites intermináveis de Rio das Ostras dos anos 80. Agora em dezembro ele me disse que a nossa música, feita na época do vinil e da fita K7, vai ser gravada e posta no spotify. Três décadas depois. Cantou [...]

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Escrevi esse poema quando tinha 19 anos.

Logo depois, Mauro Cesar o musicou em alguma daquelas tardes/noites intermináveis de Rio das Ostras dos anos 80.
Agora em dezembro ele me disse que a nossa música, feita na época do vinil e da fita K7, vai ser gravada e posta no spotify.

Três décadas depois.

Cantou pra mim baixinho, à capela mesmo, no bar ainda vazio, enquanto esperávamos que chegassem parte dos amigos daquela época.
Quando ele terminou, parecia que eu tinha acabado de escrever, e ele de fazer a música.

Era tanto frescor, que nem parecia que aquilo nascera num tempo que fica cada vez mais distante no calendário (e mais perto na saudade).

Perdão aos mais exigentes se esse poema não é literatura, mas apenas a emoção sincera e pura de um garoto de 19 anos apaixonado pela vida.

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