André Giusti - foto: Luana Lleras
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Estação cultural. E democrática

Ainda falando sobre cultura de graça, e novamente no CCBB de Brasília. Está funcionando desde a semana passada a Estação Cultural, uma parceria entre o Banco do Brasil e o Açougue Cultural T-Bone. Trata-se de uma estante de livros, nada mais que isso, equipada com uma tela para navegação eletrônica. É uma forma inteligente de [...]

Estação Cultural

Ainda falando sobre cultura de graça, e novamente no CCBB de Brasília.

Está funcionando desde a semana passada a Estação Cultural, uma parceria entre o Banco do Brasil e o Açougue Cultural T-Bone.

Trata-se de uma estante de livros, nada mais que isso, equipada com uma tela para navegação eletrônica. É uma forma inteligente de atrair a criançada para o mundo fantástico da leitura sem afastá-los da tecnologia, que já vem no DNA da molecada de hoje em dia.

Na Estação Cultural, que funciona o dia inteiro, pegam-se os livros que se quiser e devolvem-se quando quiser. Não há ficha para preencher, protocolo para dar entrada, nem qualquer outra chatice semelhante. E, como dito no começo, é de graça, 0800, como se diz deliciosamente nas rodas modernas.

Esta já é a segunda estante que a capital do país recebe. A primeira fica no próprio Açougue T-Bone, no comércio da quadra 312 Norte.

Quem não é de Brasília pode estranhar, mas é disso mesmo que se trata o Açougue Cultural T-Bone. Até às 18h corta-se para bife, depois disso, lê-se poesia, toca-se música e, acima de tudo, democratiza-se a cultura numa cidade em que esta é, no geral, artigo apenas para deleite da elite.

Aliás, no próximo dia 19, Raimundo Fagner sobe ao palco armado na calçada do T-Bone. Show gratuito para milhares. Antes do show, eu e mais um grupo de poetas faremos um recital. Mas depois eu conto os detalhes.

 

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