André Giusti - foto: Luana Lleras
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Pragmatismo Eleitoral

Embora eu prefira o voto ideológico, o voto útil é legítimo como escolha do eleitor. Porque muitas vezes o que temos de mais forte é a convicção daquilo que não queremos. Em outras eleições, eu tinha a certeza de quem não receberia meu voto de modo algum, mas isso era secundário porque era claro para [...]

Embora eu prefira o voto ideológico, o voto útil é legítimo como escolha do eleitor.

Porque muitas vezes o que temos de mais forte é a convicção daquilo que não queremos.

Em outras eleições, eu tinha a certeza de quem não receberia meu voto de modo algum, mas isso era secundário porque era claro para mim qual seria meu candidato.

Nessa eleição, certamente a mais temerária que já presenciei, o não querer fala bem mais alto, e deverei lançar mão do pragmatismo até o último instante.

Ciro ou Haddad?
Ciro
Haddad
Levarei a decisão para tomar quem sabe no momento de apertar o botão da urna, caso as pesquisas não me ajudem a resolver o dilema antes.

Até agradeço aos céus por me sentir confortável no meu racionalismo eleitoral, pois creio que tanto um quanto o outro têm condição de governar bem e conduzir o país para longe da ameaça do retrocesso.

Digo isso com a consciência tranquila de quem quer o melhor para o Brasil.

E de quem não quer, #nunca #jamais, o pior.

E com a certeza de quem é esse pior.

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