André Giusti - foto: Luana Lleras
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Sem Neymar em campo, Alemanha é favorita. SQN.

Das quatro seleções que sobraram na Copa, acho a brasileira a mais fraca. A que menos apresenta padrão de jogo, a mais confusa taticamente, a dona dos passes mais defeituosos. A que possui os jogadores, digamos, mais medianos. Sem Neymar, é um quadro com agrave considerado. Isso torna a disciplinada, fria e calculista Alemanha favorita [...]

Faca entre os dentes

Das quatro seleções que sobraram na Copa, acho a brasileira a mais fraca. A que menos apresenta padrão de jogo, a mais confusa taticamente, a dona dos passes mais defeituosos. A que possui os jogadores, digamos, mais medianos.

Sem Neymar, é um quadro com agrave considerado.

Isso torna a disciplinada, fria e calculista Alemanha favorita amanhã.

Só que não.

A estupidez do lance que tirou nossa maior estrela da competição (notem que na visão da Fifa é menos grave quebrar uma vértebra do adversário do que mordê-lo)pode ter posto um gosto de sangue na boca do escrete canarinho. Sangue não no sentido do uso da violência, mas no sentido da superação de que cada um que estiver em campo pode querer provar que não está ali apenas à sombra de uma única peça do elenco.

Talvez os especialistas em liderança corporativa pudessem falar melhor sobre isso, mas acho que a saída de Neymar divide de forma mais equânime entre a equipe a responsabilidade pela conquista do título.

E em última e mais simplória análise, é possível que queiram provar que não existe a tão decantada – e real – dependência que a Seleção tem do Neymar.

Ou seja, no frigir dos ovos, a joelhada do colombiano pode se transformar em fator positivo para a seleção e abalar a Alemanha e quem mais ainda vier pela frente. É torcer pra isso.

PS: Essa Copa do Mundo deveria ter returno.

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