
Nessa coisa de ser escritor, acontecem passagens engraçadas, ou, no mínimo, curiosas.
Recentemente, em um evento, encontrei dois conhecidos.
Em determinado momento, estávamos os três conversando.
Detalhe: eles não se conheciam, foram apresentados por mim naquele dia.
Até aí, nada demais.
A curiosidade literária é que os dois me inspiraram a compor dois personagens com participações importantes em meu primeiro romance, Só Vale a Pena se Houver Encanto, a ser publicado nos próximos tempos pela Editora Caos e Letras
A curiosidade se torna maior porque os dois não têm a mínima ideia de que foram fontes que me ajudaram a criar dois personagens.
Como não contei nada e nem vou contar, o enigma é se os dois irão se reconhecer nas páginas de meu próximo livro.
Isso se eles lerem o meu próximo livro, que é o enigma de sempre para todo o escritor.

Que bacana! Vão se reconhecer (salvo engano). Espero que comentem contigo, ou quem sabe, em outra rodada de conversa a três.
A matéria humana, ou seja, o ser humano é o melhor material para o escritor trabalhar em seus livros. O olhar observador de um escritor percebe nuances interessantes do caráter da pessoa que nos inspira. Grandes escritores como Machado de Assis e Charles Dickens criam personagens memoráveis, como Bentinho e Capitu, Oliver Twist e outros.
Já fiquei curiosa. Seus personagens são ótimos, sempre! Sucesso!