André Giusti - foto: Luana Lleras
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Dica

Tenho três livro publicados pela Penalux: A Maturidade Angustiada, A Solidão do Livro Emprestado (2ª edição) e De Tanto Bater com o Osso, a Dor Vira Anestesia. Sou bem satisfeito com o trabalho da equipe comandada pelo Tonho França e pelo Wilson Gorj, que recebem toneladas de originais e quando apostam em um livro, certamente [...]

Livro W Gorj

Tenho três livro publicados pela Penalux: A Maturidade Angustiada, A Solidão do Livro Emprestado (2ª edição) e De Tanto Bater com o Osso, a Dor Vira Anestesia.

Sou bem satisfeito com o trabalho da equipe comandada pelo Tonho França e pelo Wilson Gorj, que recebem toneladas de originais e quando apostam em um livro, certamente é porque ele passou pelo crivo literário aguçado dos dois.

Então me senti honrado quando Wilson Gorj me enviou um exemplar de seu romance recente, A Inevitável Fraqueza da Carne, pedindo (vejam só!) minha opinião.

Em suma, um editor pedindo opinião de um autor; mas em tempos em que o Botafogo pode ser campeão brasileiro com uma razoável diferença de pontos, tá valendo.

Curioso, abri o livro e em pouco mais de uma semana dei cabo das 157 páginas do romance, que é uma história dentro de outra história, algo nem sempre fácil de fazer, mas que Wilson Gorj faz acertadamente, certamente se valendo não apenas do talento de escritor, mas também de sua bagagem de leitor e da sua tarimba (ô, palavra antiga) de editor.

Contando um drama familiar, com resvalos em crise conjugal e relação pai-e-filho conturbada, A Inevitável Fraqueza da Carne tem várias qualidades e, entre elas, a principal de um livro: segurar o leitor, fazer com que ele vá até o fim.

Não sou dono de editora e jamais serei (minha relação com elas será sempre a de bater na porta), mas se eu fosse, publicaria o livro do Wilson.

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