André Giusti - foto: Luana Lleras
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Músicas 2

Acho que ouço Rock desde a outra encarnação, mas houve um tempo em que comecei a comprar os discos, a ler sobre as bandas, conversar com quem gostava também. E sempre tinha uns nojentinhos que torciam o nariz se a banda tocava no rádio. De repente, o sujeito até gostava, mas se estourava nas paradas, [...]

Acho que ouço Rock desde a outra encarnação, mas houve um tempo em que comecei a comprar os discos, a ler sobre as bandas, conversar com quem gostava também. E sempre tinha uns nojentinhos que torciam o nariz se a banda tocava no rádio. De repente, o sujeito até gostava, mas se estourava nas paradas, ele batia o pezinho: ah, é muito comercial. E ficava lá, cagando a goma de gostar de umas bandas que só ele e metade da torcida do Botafogo conheciam.

Muita gente carregou a pecha de ser ruim só porque fazia música que tocava no rádio. Phill Collins é um dos exemplos que me ocorre. Isso respingou até em entidades superiores como a trup de Fred Mercury. Confesso que, nas inseguranças da adolescência, eu ficava assim assim de gostar (demais) de muita coisa que tocava no rádio. Mas poucos anos depois, um pouco mais velho, eu já sacava que fazer som comercial nada tinha a ver com qualidade, as duas coisas poderiam caminhar juntamente, sem nenhum problema.

E exemplos, ao longo da história, não faltaram.

queen4

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