André Giusti - foto: Luana Lleras
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Sobre o novo JB

Colega meu de profissão, jornalista de talento e experiência, observa de forma pertinente que não vale a pena o Jornal do Brasil voltar às bancas se for para fazer o mesmo feijão com arroz sem sal e sem refogado que anda sendo feito nas redações de seus antigos e agora novamente concorrentes. O que se [...]

Portal Terra

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Colega meu de profissão, jornalista de talento e experiência, observa de forma pertinente que não vale a pena o Jornal do Brasil voltar às bancas se for para fazer o mesmo feijão com arroz sem sal e sem refogado que anda sendo feito nas redações de seus antigos e agora novamente concorrentes.

O que se espera do novo JB é ao menos uma tentativa de honrar o que ele foi até a década de 80, e principalmente nas duas décadas que se seguiram à grande reforma do jornal no fim dos anos 50.

Só não concordo com meu colega quando ele diz que precisamos de um jornal de esquerda.

Jornal não é partido para ser de esquerda, centro ou direita.

A linha política de um jornal, e qualquer outro veículo de imprensa, tem que ser o interesse da sociedade, a informação sem rabo preso que ajude na construção de um país melhor do que este que moralmente cai aos pedaços.

Utopia? Não vejo outra maneira de a imprensa inspirar confiança na população.

A política de um jornal só pode ser a do “Pau que dá em Chico dá em Francisco”.

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