André Giusti - foto: Luana Lleras
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Vigilantes e atentos pelo o que resta de normalidade

Pelo que li, a informação ainda está nas mãos de apenas um ou outro colunista, embora já seja desde a semana passada objeto da desconfiança (quase certeza) de muita gente: há sim infiltração no movimento dos caminhoneiros, fazendo com que alguns muitos motoristas não tenham ainda voltado ao trabalho, apesar de a categoria ter conseguido [...]

Pelo que li, a informação ainda está nas mãos de apenas um ou outro colunista, embora já seja desde a semana passada objeto da desconfiança (quase certeza) de muita gente: há sim infiltração no movimento dos caminhoneiros, fazendo com que alguns muitos motoristas não tenham ainda voltado ao trabalho, apesar de a categoria ter conseguido que o governo abaixasse a calça e a cueca.

A procedência da informação são os serviços de inteligência dos órgãos de segurança.

Freepik

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A intenção dessa gente que, infiltrada, impede a normalização do abastecimento vai muito além do preço do diesel. Não é nem um pouco justa como o é a de se reduzir o valor do combustível.

É na verdade uma intenção sórdida, vil, que merece o alerta máximo de quem defende o que ainda resta de legalidade neste país.

A luta agora me parece ser para que o Brasil chegue às eleições de outubro em uma condição, mesmo que mínima, de normalidade institucional e democrática e escolha nas urnas, pela vontade da maioria, quem governará o país nos próximos quatro anos. Que essa chegada seja até mesmo igual a de um corredor que cruza a linha final da maratona engatinhando, completamente sem ar, mas que seja uma chegada e não um rompimento brusco com o destino legal.

O governo Temer é desastroso, nunca foi outra coisa.

Mas, nos mantenhamos atentos e vigilantes porque (acreditem!) pode haver coisa ainda pior do que ele.

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